sábado, 23 de setembro de 2017

O Universo: Em contração ou expansão?

Curiosidades Notícias
Por Fábio Alves



Os cientistas sempre se perguntaram qual a tendência do universo observável: contração ou expansão? Ao adentrar em diversas teorias ou revisá-las, sempre houveram discussões sobre o assunto mas nunca chegando a um consenso. Mas recentemente tivemos novidades esclarecedoras.








Cientístas da Universidade de Portsmouth (Inglaterra) e também do Instituto Max Planck (Alemanha), confirmaram que a famosa Teoria da Relatividade, proposta por Albert Einstein no começo do século XX, é incrivelmente precisa, ressaltando os acertos dos cálculos do físico alemão em sua explicação da expansão do universo.






Além da Teoria da Relatividade Geral, Einstein elaborou também e adicionou a Teoria da Constante Cosmológica, que seria uma força atuante no universo mas logo descartada por ele, chegando a dizer que teria sido o pior erro de seus estudos. Então nessa pesquisa recente, que analisou um período entre 5 e 6 bilhões de anos atrás, descobriu-se que a expansão do universo pode ser explicada unindo a Teoria da Relatividade com a descartada Constante Cosmológica, chegando a um resultado mais coerente para a expansão. 




A Teoria da Relatividade antecipa a velocidade com que as galáxias se distanciam uma das outras e, consequentemente, o ritmo com que o universo deve estar se expandindo atualmente. O motivo dessa expansão seria causado pelo conceito da energia do vazio (uma energia existente num volume de espaço vazio). Ela teria sido a força motriz no período inicial da expansão do universo e hoje estaria agindo nessa aceleração da expansão atual. 






Segundo palavras da física Rita Tojeiro, uma das autoras do estudo, “Um dos altos da Teoria Geral da Relatividade de Einstein é que ela pode ser testada. Nossos resultados apoiam tal teoria e são totalmente consistentes com a noção de que a energia do vazio é a responsável pelo efeito de expansão do universo”, explica. 





Assim essa confirmação vai ajudar os físicos a compreenderem melhor o que origina esse misterioso processo e por que ele continua acontecendo. Além disso, esses novos estudos podem ajudar a elucidar um dos maiores enigmas do universo: a matéria escura. Ela não emite luz ou radiação eletromagnética suficiente para ser detectada pelos equipamentos atuais, mas sua existência pode ser detectada pelos efeitos gravitacionais que ela causa na matéria visível, como as estrelas e as galáxias. E bem provavel que tenha também alguma influência nessa confirmação da expansão do universo.






Na ciência quando você responde uma pergunta surgem três. Com a confirmação da expansão do universo ele irá se expandir infinitamente? Irá esfriar de uma forma irreversível? E a gravidade, uma das forças mais poderosas do universo, terá reduzida sua influência em tudo que cerca? São perguntas que deverão ser respondidas num futuro próximo.

sábado, 2 de setembro de 2017

Call of Duty: World War II - Prévia do novo game

Games Prévia
Por Fábio Alves


Call of Duty é uma das franquias mais conhecidas e rentáveis da história recente dos vídeo games. Mas toda essa exposição nos últimos anos foi um pouco nociva pois houve um desgaste de idéias tanto em história quanto nas poucas inovações em jogabilidade. Nos últimos jogos da série, ela se ambientou num cenário futurista (Call of Duty Advanced Warfare e Infinity Warfare) mas não agradou a todos pois essa abordagem sempre foi muito clichê no mundo dos vídeo games. Além disso a concorrência forte do consistente Battlefield 4 e Battlefield One da EA levou muitos gamers para o lado dele.





Assim em novembro de 2017 chega Call of Duty: World War II, levando a franquia de volta para a Segunda Guerra Mundial. É um cenário que foi muito explorado (e desgastado também) a mais de 10 anos atrás por diversos games, inclusive com o ótimo Call of Duty: World at War de 2008. Mas de lá pra cá a guerra moderna ganhou destaque incluíndo aí a premiada e ótima série Call of Duty:Modern Warfare, com destaque para o 4. 






Como novidades, destaca-se que é o primeiro título desde o Call of Duty original a não ter um sistema de regeneração de vida automático na campanha. Os jogadores deverão contar com seus companheiros de equipe (médicos) para providenciar pacotes de vida, assim como outros membros do esquadrão para adquirir munição. No multiplayer, haverá novos recursos como um novo Quartel, divisões, modo guerra e o retorno das gameplays "pés no chão", sem elementos fantasiosos como pulo duplo, jet-packing ou corridas nas paredes. E haverá também um novo sistema de progressão baseado em classes.






Como tradição na série, voltará o modo cooperativo de zumbis, similar aos anteriores feitos pelo estúdios Treyarch e Infinity Ward. O modo se passará durante os eventos da Segunda Guerra Mundial, incluíndo aí uma história de que os nazistas, numa tentativa desesperada, criarão um exército de mortos-vivos nos estágios finais da guerra.








A ambientação da segunda guerra sempre foi palco para grandes e heróicas histórias. Se os desenvolvedores se focarem numa boa narrativa e criatividade poderão criar um jogo memorável visto o vasto material histórico disponível. E pelos primeiro trailers esperamos belos gráficos e jogabilidade mais realista.






O novo game, conhecido estilisticamente como Call of Duty: WWII, esta sendo produzido pela Sledgehammer Games e será publicado pela Activision para PlayStation 4, Xbox One e Pcs com lançamento previsto para 3 de novembro de 2017.



sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Notebooks x Desktops

Tech Análise
Por Fábio Alves


Em tempos mais recentes, a tecnologia de nanoprocessamento chegou a um nível de alta performance sem precisar de grandes espaços e sem aquecimentos consideráveis. Assim, de uns anos pra cá, os notebooks ou ultrabooks tem tomado a frente em plataformas diversas que exigem alto processamento em suas operações. E aí surge a pergunta: dependo ainda de um desktop estacionário para realizar tarefas que exigem mais capacidade? Ou ainda entregam um plus a mais em grandes projetos? Irei então fazer uma breve análise sobre os desktops e notebooks atuais e suas mais indicadas aplicações.





Desktops

Sempre foram o top em grandes projetos em decorrência de sua alta capacidade de processamento. Hoje em dia acredito que ainda tem o seu espaço. Grandes empresas de hardware como Amd, Intel, Nvidia e Asus mantém altos desenvolvimentos em hardware para atender uma demanda cada vez maior de interessados. Desde projetos complexos que exigem rápidez em cálculos até alta performance gráfica de jogos em alta definição (jogos em 4K e 60 FPS), sempre estão entregando inovações como os recentes processadores da serie Ryzen da Amd ou as sempre confiáveis placas de vídeo Nvídia como a recente e poderosa GTX 1080 Ti.
Aliado a um processador com mais de 4 núcleos com um mínimo de 8 Gb de memória Ram, o usuário não passa sufoco em operações que exigem mais demanda. Vantagens: Facilidade e variedade em otimização de hardware e preço menor no conjunto. Desvantagens: Estacionário e maior consumo de energia.



Notebooks


Ganhando cada vez mais espaço e sempre inovando com novas tecnologias, os notebooks vieram pra ficar visto a sua versatilidade e praticidade de utilização. Alguns anos atrás ficavam em defasagem por sua baixa capacidade de processamento. Hoje em dia vem embarcado com os novos e poderosos processadores de desktops otimizados e muitos com placa de vídeo dedicada, além dos sistemas operacionais serem os mesmos dos desktops. Assim toda a alta demanda de processamento ou mesmo um jogo com requisitos consideráveis podem rodar tranquilamente sem perda de performance ou mesmo qualidade. Há inúmeros modelos tanto de notebook quanto de ultrabooks de grandes empresas como Acer, Dell, Samsung, Apple entre outras. Vantagens: Mobilidade, compactos e grande capacidade de processamento igualando aos desktops. Desvantagens: Menor otimização de hardware, e preço mais elevado que os desktops.




Qual comprar?

Acredito que quem ainda não possui um desktop, um ultrabook é o mais indicado. Por ser um equipamento top, poderá manter por um bom tempo sem defasagem tecnológica, considerando que venha com placa de vídeo dedicada, mínimo de 8GB de Ram e no mínimo com 4 núcleos de processamento. Para quem já possui um desktop mid-end vale a pena um upgrade principalmente em memória Ram (mínimo de 8GB também), melhorar o processamento para um I5 ou I7 ou equivalente e uma placa de vídeo dedicada de no mínimo 4GB. Adquirir um notebook básico é indicado para quem já possui um bom desktop para atividades corriqueiras de escritório e necessite de mobilidade.